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“Gente Emprende”: um espaço de colaboração, grandes ideias e soluções sociais

O Trust para as Américas valoriza cada vez mais as iniciativas que envolvem a sociedade civil, pois é por meio de redes e da colaboração multissetorial que os resultados transversais são realmente alcançados. Nesse sentido, o projeto “Melhorando os Serviços Governamentais por meio da inovação e da criação de redes multissetoriais”, implementado em parceria com os governos locais da Costa Rica e a Innovaap, busca fortalecer essas redes por meio do acesso a capacitações, espaços colaborativos, orientações e recursos financeiros para empreendimentos econômicos e sociais nos municípios de Grecia, Cañas, Quepos, Turrialba e Orotina.  No âmbito desse projeto, a Innovaap-UCR, como parceira estratégica da The Trust for the Americas, coordenou o lançamento da iniciativa “Gente Emprende” com o objetivo de promover, entre os membros da sociedade civil, ações sociais na área de Governo Aberto, com potencial para se tornarem empreendimentos produtivos sustentáveis. Por meio dessa iniciativa, é oferecida uma série de sessões educativas sobre inovação pública, e os empreendimentos sociais a serem desenvolvidos recebem posteriormente o apoio da AUGE para fortalecer sua base e o processo prévio à implementação. Os participantes são incentivados a desenvolver projetos inovadores e disruptivos e a concorrer para obter Capital Semente para, posteriormente, colocá-los em prática. Jorge Umaña, coordenador local do The Trust for the Americas na Costa Rica, contou que “Buscamos melhorar a participação cidadã em cinco cantões da Costa Rica, por meio de uma estratégia de desenvolvimento de processos de cocriação com atores sociais e da proposição de soluções para necessidades locais que resultem em projetos viáveis, sustentáveis e de alto valor para a população dessas localidades.” Os projetos mais destacados podem receber apoio financeiro de até $US5.000. Até o momento, 24 projetos receberam capacitação e orientação em empreendedorismo e inovação, e 5 deles conseguiram obter capital semente. Essas iniciativas oferecem uma abordagem inovadora aos problemas e recursos de suas comunidades. Desde o “Cultívame”, hortas colaborativas para alugar e plantar produtos orgânicos, ou o “Caminos Seguros”, um monitoramento exaustivo para aumentar a segurança das pessoas e da vida selvagem na malha viária nacional, até o “Báwö”, chocolates com identidade cultural, de alta qualidade, com matérias-primas 100% provenientes de Turrialba. Todas essas são verdadeiras histórias de sucesso, pois, após meses de trabalho e esforço, conseguiram transformar uma boa ideia em algo grandioso, com impactos significativos nos municípios da Costa Rica. Acreditamos no talento da sociedade civil e temos certeza de que ela deve fazer parte da mudança. Desde que essas redes de colaboração sejam estimuladas e promovidas, novas ideias disruptivas e, ao mesmo tempo, viáveis e sustentáveis, poderão surgir; por isso, a The Trust for the Americas está comprometida com essa grande iniciativa na Costa Rica.

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O que Pandora e a virtualidade me ensinaram

Esta é uma pequena história de sucesso que me fez lembrar, mais uma vez, que a esperança é a última coisa que se perde. Se eu voltar dois anos no tempo, consigo me imaginar reunindo toda a documentação necessária para me candidatar ao estágio que havia se tornado meu maior objetivo, não apenas pela instituição que representa, mas pelo trabalho constante que ela realiza pelo meu país, a Venezuela, e por toda a região. Sou ambiciosa, persigo meus objetivos até alcançá-los, mas aconteceu algo que ninguém esperava, que exigiu uma transição imediata para uma nova realidade: a pandemia. Foi assim que toda aquela jornada para trabalhar em Washington, D.C., na Organização dos Estados Americanos, e a grande pressão regional para restaurar a democracia no meu país, se dissiparam repentinamente. Talvez pareça muito dramático, mas senti uma grande decepção; não via à vista o momento em que teria outra oportunidade como aquela. A pandemia ocorreu, para muitos — na minha reflexão —, como a história da Caixa de Pandora, na qual os deuses gregos lhe entregaram uma caixa que despertava grande curiosidade; ela, sem conseguir se conter, a abriu e, assim, escaparam de seu interior todos os males do mundo; restou nela apenas o único bem que haviam colocado: a esperança. Da noite para o dia, a vida mudou e entramos em um contexto global tão triste e, ao mesmo tempo, incerto, que muitas vezes a única força motriz com a qual contávamos era a esperança. Você deve estar se perguntando como cheguei até aqui. Bem, os meses se passaram e, em setembro do ano passado, apareceu no meu Instagram um anúncio da OEA oferecendo estágios virtuais. Foi assim que toda aquela jornada que contei a vocês não foi em vão: eu já tinha todos os documentos prontos e, sem pensar muito, me inscrevi e fui aceita.  Estou na Espanha, onde estudo relações internacionais, e o formato virtual me permitiu aproveitar uma oportunidade que considero, até agora, a mais enriquecedora que já tive. Alguém poderia pensar que o trabalho remoto tornaria essa experiência talvez não tão completa, mas tem sido como nenhuma outra. Sei que, se estivesse em Washington, D.C., tudo seria mais emocionante; no entanto, minha equipe me fez sentir como se sempre tivesse feito parte dela. São pessoas maravilhosas, com um grande coração. Nunca faltam risadas nas reuniões, uma história que não tem nada a ver com o trabalho ou uma reflexão sobre a vida. Essa tem sido a minha experiência. Trabalhar muito, sim; horas de reuniões, também, mas hoje posso dizer que não só adoro isso, como sou apaixonada por isso e não poderia estar mais grata por me sentir, em tão pouco tempo, parte de algo tão grandioso. Hoje me sinto realizada e com vontade de continuar crescendo ainda mais. Fico entusiasmada por conhecer e fazer parte da equipe Trust for the Americas, que tem se empenhado ao máximo para continuar agregando valor às suas comunidades, para continuar impactando vidas na região e para continuar demonstrando que, embora ainda haja muito a ser feito, a esperança continuará sendo a última coisa a se perder.

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O programa Trust para as Américas chegou às comunidades indígenas de Jalisco por meio do Projeto VIVE

Jalisco, México 22 de marzo.- The Trust for the Americas implementó en 2016 el Proyecto VIVE: ven, inspírate y vende, con el objetivo de brindar herramientas a mujeres en alguna condición de vulnerabilidad, después de casi tres años de trabajo, hemos logrado impactar a mujeres que se encuentran en centros de rehabilitación por adicciones, mujeres privadas de su libertad, mujeres víctimas de violencia familiar y algunas comunidades de mujeres indígenas. En esta ocasión, gracias a la alianza con Desarrollo Rural Sustentable LU’UM A.C. el Proyecto VIVE llegó a La Cebolleta y La Laguna, dos comunidades indígenas Wirráricas que se ubican en el Municipio de Mezquitic, en el estado de Jalisco. Durante una semana, “conocí a mujeres que no tienen lo básico para vivir, pero se esfuerzan cada día para conseguirlo”, dicho así por Laura Hernández, vinculadora del Proyecto VIVE y quien viajó por más de 7 horas para llegar a su primer destino: La Cebolleta. La Cebolleta “Luego de llegar a Mezquitic, viajé tres horas más hacia La Cebolleta, recorrimos carreteras entre la Sierra. Cuando llegamos, me impactó ver que las casas tienen distancias largas entre sí. La mayoría son casas de adobe, pequeñas y austeras, aunque algunas de ellas ya cuentan con sistema de captación de agua de lluvia. Eso ha beneficiado a la comunidad porque el ojo de agua se encuentra a una hora de distancia caminando”, mencionó Laura Hernández. La Cebolleta es considerada una localidad de mayor marginación en México, tiene cerca de 180 habitantes, Laura comentó que “algunas casas ya cuentan con corriente eléctrica, usan la leña para cocinar, los pisos son de tierra y los baños son letrinas con una cortina. Es una comunidad en donde los climas son extremos”. Sus principales actividades económicas están basadas en la agricultura y la venta de artesanías, este último, ha abierto puertas importantes al trabajo remunerado de las mujeres, aunque no con la independencia económica esperada. “Es una comunidad con tradiciones arraigadas, algunas muy lindas como el amor a la tierra y los seres vivos, otras no tanto como los matrimonios arreglados. Recuerdo a una chica de 15 años que nos comentó que su abuela ya la había dado en matrimonio, pero ella no se quería casar.” Laura Hernández, vinculadora del Proyecto. Las mujeres de la comunidad aún no hablan español, algunas de ellas lo entienden. Sin embargo, esto no fue barrera para que 45 mujeres Wirráricas (conocidas como huicholes, “una ofensa” expresado por ellas), pudieran capacitarse en temas de ventas, atención al cliente y mercadeo. “Solo las niñas y niños hablan español, las mujeres adultas no lo hablan, pero gracias a LU’UM tuve el apoyo de una traductora que nos ayudó a hacer más comprensible el curso. Fue una experiencia única, porque el día que llegué ya me esperaban, estaban emocionadas y con ganas de aprender lo que yo les enseñaría” dijo la vinculadora del Proyecto VIVE. Laura explicó que gracias al trabajo de LU’UM las mujeres del pueblo Wirrárica tienen mayor autonomía, pero aún “son muy serias. Me contaron que hace 9 años (aproximadamente), si alguien quería hablar con una mujer era necesario que estuviera un hombre de la comunidad o su marido, y ellos contestaban por ellas. Esta vez, fueron ellas las que respondieron a todo y eso me dio mucha alegría”. Luego de tres días en La Cebolleta, Laura viajó por 45 minutos a la comunidad La Laguna. La Laguna “El acceso a La Laguna es más complicado, todo es terracería y voladeros, se ven impactantes. El nombre no hace referencia real al lugar, porque en esta comunidad tampoco hay agua, no existe la laguna. Visité esta comunidad porque había cerca de 30 mujeres que se querían capacitar, pero no había condiciones para que fueran a La Cebolleta”. La Laguna también es considerada una localidad de alta marginación en el municipio de Mezquitic, Jalisco, donde la venta de artesanías juega un papel importante en la economía local. Por ello, los temas impartidos fueron ventas, atención al cliente y mercadeo. “La mayoría de la gente es un poco tosca para realizar sus ventas, no saben cómo tratar a las personas, no  se dan cuenta que avientan las cosas o que los modos no son los correctos, por eso tomamos la decisión de llevar esta capacitación” explicó Laura. “Nosotras pensábamos que atendíamos bien”, egresada del Proyecto VIVE Amalia Rodríguez, originaría de La Cebolleta, se dedica a realizar artesanías bordadas como aretes, pulseras y collares. Ella nos comentó que ya habían vendido antes, “nosotras pensábamos que atendíamos bien a las personas que nos compraban, pero en el curso que nos dio Laura sentí que  nos faltaban muchas cosas. Me gustó la capacitación, ahora me siento más segura. Sé que sí puedo vender”. Las mujeres de La Cebolleta y La Laguna realizan viajes al centro de Mezquitic a vender sus productos y cuentan con un centro comunitario donde también las exhiben a personas que pasan por el lugar. Desarrollo Rural Sustentable LU’UM A.C, ha logrado que mujeres de estas comunidades salgan a otros estados a vender y promover sus productos. “Ya saben los procesos para poner precio a sus productos, pero les faltaban técnicas de ventas y servicio. Hoy, estas 75 mujeres cuentan con esos conocimientos gracias a la capacitación del Proyecto VIVE”. ¡Regresa pronto, aún faltan más mujeres! “Al término de las capacitaciones, una de las alumnas me dijo ¡regresa pronto, aún faltan más mujeres! Fue una experiencia que tendré en mi corazón, porque me di cuenta que The Trust for the Americas a través de proyectos como VIVE están compensando un poco de lo mucho que les falta a algunas personas”, mencionó Laura Hernández.

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UM ANO APÓS O INÍCIO DA PANDEMIA

¿Marzo otra vez? ¡Wao! Es la única palabra que viene a mi mente al saber que ya ha pasado un año de aquel 13 de marzo del 2020; último día de lo que conocía como normalidad y donde empezó el temor a un virus desconocido que hasta entonces, solo sabía que venía del otro lado del mundo, que había personas muriendo, ya había algunos casos en Estados Unidos y hacía dos días había sido decretada como una pandemia. Aquel día al final de la tarde, luego de la reunión de staff, la cual fue con distancia social, nos informaron que a partir del lunes trabajaríamos desde casa hasta nuevo aviso. Recogí de mi puesto de trabajo cuadernos, lapiceros, suéteres y artículos personales que usaba en mi día a día. Salí de la oficina con una compañera la cual estaba un poco asombrada de mi caja -hoy me siento toda una visionaria-. Algo dentro de mí me decía que aquello llamado COVID-19 duraría más de dos semanas o 40 días. Mientras caminábamos por las desoladas calles de DC y con una sensación de incertidumbre, pasamos por mi casa a dejar mi caja y nos fuimos a recorrer un supermercado que ya estaba con la mayoría de sus anaqueles vacíos, situación que me dejó preocupada y con un mal recuerdo de revivir momentos del pasado en mi país natal,Venezuela. No lograba entender en esa oportunidad todo lo que estábamos empezando a vivir, solo pensaba en lo vulnerables que somos los seres humanos y cómo algo que ni podemos ver, puede cambiar el mundo de manera tan radical. Durante estos doce meses he desarrollado muchas habilidades nuevas, como también he atravesado por varios sentimientos. Algunos que nunca había experimentado como el miedo a salir de mi casa y contagiarme de una enfermedad mortal solo por tocar un botón de un ascensor. Lo cotidiano se volvió extraordinario, actividades como ir al supermercado, comprar por internet o conseguir papel higiénico eran tareas que se volvieron imposible de realizar y que demandaban mucho tiempo y esfuerzo para lograrlas debido a la alta demanda de alimentos y productos de limpieza. Pasaban los meses y mi mente fue adaptándose a la nueva normalidad y aprendí a cuidarme y a cuidar a los demás a mi alrededor. He enfocado mi tiempo en establecerme metas, rutinas y horarios, a realizar actividades que me gustan y me relajan como colorear, leer, ir al parque, ver series de Netflix, tomar fotos y hacer yoga en casa. Organizar mi tiempo entre mis horarios de trabajo, horario de entretenimiento y quehaceres del hogar me ha permitido aprovechar este tiempo en casa para aprender áreas nuevas, como mercadeo, que enriquecen mi perfil profesional. Reforzar términos y aprender nuevos temas en mi área de trabajo, que ha sido posible gracias a varios cursos en línea gratuitos como los de LinkedIn. Que vaya que es una cosa muy buena que nos ha dejado la pandemia y que también he valorado el saber que no estamos solos y que a un solo clic podemos conectarnos con nuestros seres queridos, esos que nos suben el ánimo cuando lo necesitamos y saben qué decirnos para apoyarnos y seguir adelante. He descubierto nuevos hobbies y rescaté algunos que tenía olvidados, como la fotografía. Con las clases en línea, he tenido la oportunidad de salir a practicar lo aprendido, así he podido también distraer a mi mente de la infinita rutina y obligarme a sacar el espacio para hacer algo que me apasiona. Gracias a la pandemia ahora me considero una persona más consciente de mis actos, que se atreve a salirse de su zona de confort, como escribir en un blog, estando enfocada en mis objetivos personales y profesionales, que disfruta el tiempo con los demás y agradece tener esos espacios. Mi mensaje final sería que debemos enfocarnos en soluciones y ver siempre el lado positivo a las situaciones y cómo podemos enfrentarlas con los recursos que tenemos a nuestra disposición.             

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4 práticas para aumentar a participação dos usuários no Instagram

É indiscutível o poder que os perfis do Instagram têm para conscientizar nosso público. Por isso, como líderes sociais e agentes de mudança, assumimos a responsabilidade de criar conteúdo de qualidade. Vamos começar por considerar os recursos que temos à nossa disposição para ampliar nosso trabalho de informação e interação; assim, criaremos um conjunto de ideias que atendam a interesses e, ao mesmo tempo, contribuam para nossos projetos.   O Instagram se tornou uma plataforma crucial não apenas para empresas e empreendimentos, mas também para as organizações, pois gera maior visibilidade para suas causas. Nos últimos anos, ele cresceu exponencialmente; para se ter uma ideia, mensalmente mais de um bilhão de pessoas navegam nessa plataforma e 81% a utilizam para pesquisar produtos e serviços. Não é apenas por tudo isso que recomendamos que você atualize seu perfil, mas também porque, gradualmente, o Instagram vem ampliando suas ferramentas, que nos permitem transmitir mensagens de diferentes maneiras, contar histórias de sucesso e conseguir um fluxo maior de usuários que interagem com o conteúdo e que podem contribuir para a arrecadação de fundos e até mesmo dar sugestões de iniciativas. Aqui, apresentamos quatro práticas que podem aumentar a participação de seus usuários: 1. Divulgar a identidade visual da organização. Os usuários valorizam muito a harmonia visual transmitida pelo perfil; portanto, uma boa maneira de demonstrar profissionalismo e, ao mesmo tempo, promover o reconhecimento da marca é estabelecer uma paleta de cores com a qual a marca se identifique. As publicações devem conter algo que permita ao usuário reconhecer a marca, seja colocando o logotipo em algum canto; outra boa opção é utilizar ferramentas externas, como o Canva, e combinar elementos, texto e imagens para chamar mais a atenção. É assim que fazemos no The Trust for the Americas: Da mesma forma, uma boa maneira de transmitir essa harmonia visual é colocar uma capa com um ícone representativo e utilizar a paleta de cores em cada destaque. Por que devemos nos importar com a aparência das compilações de stories? Porque é praticamente a primeira coisa que o usuário vê ao acessar o perfil, e, se isso não o convencer, 500 milhões de pessoas usam as histórias do Instagram todos os dias; portanto, criar conteúdo valioso, representativo e que possa ser visualizado simplesmente ao visitar o perfil é uma boa maneira de atrair os usuários.  2. Criar um calendário de conteúdo e mostrar a filosofia da organização em cada uma das publicações. Tudo é uma questão de planejamento. Criar um calendário de conteúdo é essencial para organizar as publicações diárias e evitar improvisar com conteúdo que possa ser incoerente com os anteriores. Os usuários devem reconhecer o estilo, e é fundamental que cada publicação tenha uma certa relação com os valores e a filosofia por trás da organização. Lembram-se de que é preciso transmitir a imagem corporativa? Pois bem, isso não se dá apenas por meio do conteúdo meramente visual, mas também nos comentários e nas interações; por isso, é necessário dedicar um tempo para pensar no que será comentado, se será contada uma história ou se será feita uma chamada à ação, mas tudo deve ter coerência. Queremos seguidores que estejam constantemente engajados com o conteúdo, que se interessem por ele e que se mantenham a par dos métodos de doação, eventos, projetos ou outras informações de interesse. Cada uma das publicações, seja uma foto, um IGTV ou um Reel, deve ter relevância, e a melhor opção para garantir que tudo siga nessa linha é criar um calendário de conteúdo. 3. Criar conteúdo nos Reels. Os Reels são uma ferramenta relativamente nova de vídeos de 15 ou 30 segundos que podem gerar muita visibilidade e aumentar o público, já que não só os seguidores poderão vê-los, mas eles também são exibidos aleatoriamente na categoria específica de Reels, que é pública. Há muitas informações na internet sobre como fazer Reels, mas alguns pontos-chave que gostaríamos de ter sabido antes de começar a criar esse tipo de conteúdo são: As dimensões dos Reels são maiores do que as de uma postagem normal; portanto, qualquer texto que se queira adicionar ao vídeo deve estar dentro dos limites das postagens gerais para que não seja cortado e, assim, possa ser publicado nos diferentes feeds. O Instagram indica as diferentes medidas por meio de linhas azuis; recomendamos seguir essas orientações, pois assim o vídeo fica otimizado para qualquer categoria. Legendas: é fundamental que o vídeo tenha legendas, pois 80% dos usuários usa o Instagram sem som; dessa forma, permite-se que o conteúdo do vídeo seja apreciado sem a necessidade de ligar o volume.  Início: os primeiros segundos são cruciais para chamar a atenção do público; por isso, recomendamos explicar logo no início do que se trata. Sugerimos usar uma música cativante e diferentes tomadas para que o usuário não pule o vídeo. 4. Criar conteúdo para que os usuários salvem ou compartilhem. É muito importante criar conteúdo com dados relevantes ou informações de interesse geral para que os usuários o salvem ou compartilhem. Isso gera tráfego de usuários no perfil e aumenta a engajamento com o conteúdo, não apenas por meio de curtidas, mas também de comentários e repostagens nas histórias deles. Para isso, é preciso conhecer os insights, saber o que o público quer e gosta para coordenar o conteúdo e manter os usuários envolvidos. Embora sejam quatro sugestões simples e o Instagram abranja muito mais, elas podem significar um grande passo à frente para aumentar a visibilidade e as interações. No fim das contas, trata-se de aproveitar as ferramentas disponíveis para transmitir a mensagem e o objetivo de forma eficaz àquelas pessoas que ainda não conhecem e que possam se interessar.

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EGRESSADAS DO PROGRAMA COM FORÇA DE MULHER (CFDM) ENFRENTAM A NOVA REALIDADE COM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

O programa “Con Fuerza de Mujer” (CFDM), em parceria com nosso POETA DigiSpark Chile e por meio de um acordo direto com a Microsoft e a Innovacien, cumpriu, após um ano tão difícil quanto foi 2020, sua missão de capacitar gratuitamente mulheres nas áreas de empreendedorismo, tecnologia, comunicação e ciências da computação. Com uma abordagem muito mais personalizada, o programa abriu 50 vagas para mulheres empreendedoras residentes no Chile que desejassem aproveitar esse programa rico em conteúdo, estratégias, aplicações e orientações.   Lara Bersano, diretora de Comunicação e Transformação Digital do Trust for the Americas, foi mentora este ano e conta: “Já fui mentora em vários programas e em universidades, mas, neste ano, o Innovacien me apresentou o grande desafio de não apenas acompanhar cada uma das beneficiárias, mas também de compreender o contexto tão complexo no qual estávamos realizando essa mentoria, esse processo, esse programa”. Em 2020, apesar dos desafios decorrentes da pandemia, foi um ano de muitos avanços e resultados para a CFDM, já que foi possível criar, por meio do ambiente virtual, um ambiente enriquecedor e uma comunidade de mulheres com grande potencial e com o desejo de crescer e contribuir para suas comunidades nas áreas de modelos de negócios, gestão de comunidades e desenvolvimento de sites. Os mentores assumiram um papel fundamental, assumindo total responsabilidade por proporcionar a essas mulheres empreendedoras todas as ferramentas necessárias para seguirem em frente. As beneficiárias não apenas aprenderam sobre inovação, gestão de redes sociais e linguagem de programação, mas também conseguiram concretizar seus empreendimentos e alcançaram um crescimento profissional e pessoal abrangente. Uma das formadas do programa, Bárbara Mamani, possui um empreendimento de agricultura familiar no qual são colhidos vegetais, hortaliças e produzidas especiarias em um contexto extremamente complicado no norte do Chile e encontrou uma maneira de incluir a inovação e a tecnologia no centro de um negócio verdadeiramente tradicional. Apesar dos grandes desafios relacionados à conectividade e ao acesso à internet, Bárbara dedicou muito esforço e conseguiu desenvolver seu site, criar um livro de receitas para promover especiarias e reinventar sua estratégia de negócios em conjunto com a comunidade.    As quatro principais lições, segundo Lara Bersano, estavam na importância do uso da tecnologia e dos aplicativos, no conhecimento da tecnologia de que os clientes dispõem, na identificação das qualidades dos produtos antes de colocá-los no mercado e em ser inovadora para agregar valor às pessoas. O CFDM ajudou as beneficiárias a se projetarem e a enfrentarem a nova realidade virtual que estamos vivendo devido à pandemia da COVID-19. Foi uma grande conquista e um importante aprendizado para as equipes da Innovacien, da Microsoft Chile e do Trust for the Americas terem consolidado virtualmente uma comunidade de mulheres empoderadas e satisfeitas com o que podem criar e com o impacto que podem gerar em suas comunidades.

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El rol del Mentor en Época de Pandemia

El mentoreo durante el año de pandemia fue un desafío, pero también una gran ocasión para el conocimiento propio. Quienes hemos estado alguna vez al frente de un aula, sabemos que damos tanto como recibimos de nuestros alumnos y esta fue mi gran enseñanza: siempre pensar de manera innovadora para dar un servicio o un valor agregado a la persona que tenemos enfrente, sea un alumno, sea un cliente, sea un colega. La mentoría nos permitió analizar con Bárbara diferentes maneras para tomar ventajas de las posibilidades que nos daba la tecnología y como entender mejor al cliente y darle un poquito más; porque sin lugar a dudas ese poco más, se va a traducir en más ingresos.

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Tierra Blanca, sumó esfuerzos con The Trust for the Americas para capacitar a 22 personas a través del Proyecto VIVE

El Municipio de Tierra Blanca en el estado de Veracruz, México,  sumó a 22 personas a la capacitación del Proyecto VIVE, esto gracias a la colaboración de la Secretaría de Desarrollo Económico del Municipio. En una ceremonia virtual, las personas egresadas compartieron su experiencia al tener nuevas herramientas para ampliar sus oportunidades económicas, durante el evento el Lic. Rafael Montiel Martínez, regidor sexto del H. Ayuntamiento de Tierra Blanca felicitó la iniciativa de The Trust for the Americas para beneficiar a la población. “Felicitamos al Proyecto VIVE por este convenio, hombres y mujeres que han podido capacitarse por este medio tendrán una salida o una forma de motivarse a salir adelante. Agradecemos a The Trust for the Americas por voltear a ver a Tierra Blanca”, sumó Montiel Martínez. Esta capacitación incluyó temas de emprendimiento y empleabilidad, lo que permitirá a las personas egresadas ampliar sus oportunidades económicas y fortalecer una mejor calidad de vida para ellas y sus familias. Klaudia González, coordinadora del Proyecto VIVE en México, agradeció a las autoridades por sumarse al Proyecto e impulsar la capacitación para que más personas sumen en pro de su empoderamiento económico. Rosario Muñoz, graduada del Proyecto VIVE, dijo que “emprender (para ella) es iniciar o mejorar algo que ya está, para mí ha sido algo nuevo pero con la situación que estamos viviendo ha sido diferente y estamos tratando de mejorar. Proyecto VIVE significa la oportunidad de crecer, salir adelante y conocer. Hay cosas que ya hacíamos y la capacitación reforzó que las hacíamos bien y que podíamos mejorar”. Por último, el Lic. Eduardo Alonso López, Director de Desarrollo Económico del H. Ayuntamiento de Tierra Blanca, expresó que “agradezco a las personas que estuvieron involucradas para lograr que 22 participantes se pudieran graduar el día de hoy, sé que implicó mucho esfuerzo por parte de las personas graduadas y de las personas del Proyecto VIVE”. Esta generación se suma a las más de tres mil 300 personas capacitadas en México desde marzo de 2020, fecha en la que transformamos las capacitaciones a un esquema virtual, siguiendo las recomendaciones de distanciamiento por la Organización Mundial de la Salud como resultado de la pandemia por el COVID 19. Actualmente, se pueden sumar a las capacitaciones del Proyecto VIVE a través del Aula Virtual http://aulavirtual.trustfortheamericas.org/, las personas egresadas podrán tener acceso a otras herramientas de impulso a la economía como: Banco de Talento Trust, Directorio de Emprendimientos Trust, Comunidad de Egresadas VIVE y más. Si te interesa formar parte del Proyecto VIVE, puedes escribir a oportunidades@20.9.190.97

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Programar nos ajuda a entender um mundo altamente tecnológico.

COVID19, tecnología, transformación digital, nueva normalidad, código, etc. Son palabras que todos hemos escuchado durante el año 2020 y que, aunque ya sabíamos que existían, nunca pensamos que se convertirían en nuestra vida cotidiana tan rápidamente. Hoy, no entendemos, o no estamos seguros, de cómo estas nuevas dinámicas se adecuan a nuestro día a día. Entonces, conforme el mundo continúa adaptándose a una nueva normalidad, todos debemos encontrar la manera de evolucionar y encajar en esta nueva era digital. Por tercer año consecutivo, y en colaboración con Code.org, implementamos la iniciativa global “La Hora del Código”. Un programa que busca introducir las Ciencias de la Computación a personas que deseen aprender a programar y entender los principios básicos de esta disciplina. En la edición virtual 2020, nuestros Socios Locales de la Franquicia Social POETA y de POETA DigiSpark, junto con sus participantes, se sumaron a una sesión divertida y atractiva para aprender sobre programación, informática y alfabetización digital. Estamos muy satisfechos de que a pesar de los desafíos que la pandemia nos ha impuesto, +100 personas se sumaron a “La Hora del Código”. Este acercamiento a las Ciencias de la Computación les ayudará a comprender el mundo actual, a entender cómo funciona la tecnología que usamos y así desarrollar nuevas habilidades que son vitales para la creación y la innovación. Aspectos que son altamente necesarios en esta coyuntura que vivimos. En The Trust for the Americas siempre estamos innovando y buscando maneras disruptivas para lograr que nuestros socios locales y beneficiarios se logren acoplar más fácilmente a este nuevo mundo post-COVID19. Así es, como mediante alianzas, nos aseguramos cada vez más, de generar un mejor futuro con mayores oportunidades económicas en América Latina y el Caribe.

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Egressa do CFDM nos inspira a ir por mais!

El programa Con Fuerza de Mujer (CFDM), que de 2016 a 2018 fue manejado por un convenio directo entre Microsoft e Innovacien, es ahora parte nuestro Centro POETA DigiSpark Chile. Su misión es capacitar a cientos de jóvenes en acceso a la tecnología, computación, alfabetización financiera, emprendimiento y preparación para el mundo laboral.   Historias que impactan  Reid Hoffman, cofundador de LinkedIn una vez dijo que: “La forma más rápida de cambiar es convivir con personas que ya son como quieres ser”. Es por esto que, para el desarrollo de nuevos talentos en el programa Con Fuerza de Mujer, la participación de Camila ha sido fundamental.   Luego de tomar los cursos gratuitos de Marketing Digital y Desarrollo Web, Camila encontró las bases para continuar su formación de manera autodidacta, insertarse en la industria tecnológica como manager y, además, emprender con su propia empresa de servicios digitales.  En los últimos años, esta ingeniera se ha dedicado a compartir su historia de perseverancia y éxito con las estudiantes a través de charlas de motivación, y dentro de la edición CFDM 2020, se convirtió en mentora para cuatro proyectos.    Puedes conocer más acerca de la Franquicia Social POETA en este enlace: http://fsp.trustfortheamericas.org/   Y apoyar el emprendimiento de Camila aquí: http://www.creamostumarca.com/ 

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