{"id":609,"date":"2019-08-15T16:53:57","date_gmt":"2019-08-15T20:53:57","guid":{"rendered":"http:\/\/40.117.174.162\/women-economic-forum-resignificar-incluir-y-transformar\/"},"modified":"2019-08-15T16:53:57","modified_gmt":"2019-08-15T20:53:57","slug":"women-economic-forum-resignificar-incluir-y-transformar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/women-economic-forum-resignificar-incluir-y-transformar\/","title":{"rendered":"Women Economic Forum: Resignificar, incluir e transformar"},"content":{"rendered":"<ul class=\"\\&quot;wp-block-gallery wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\" aligncenter columns-0 is-cropped\\\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos dias, tive a oportunidade de assistir e participar do Women Economic Forum (WEF) em Cartagena, Col\u00f4mbia. Milhares de mulheres e aliados nos reunimos para compartilhar projetos e melhores pr\u00e1ticas sobre a maneira como podemos aumentar o acesso a oportunidades econ\u00f4micas e uma maior inclus\u00e3o social para mais mulheres e meninas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No encontro, n\u00f3s, representantes da Trust for\nthe Americas, participamos ao lado de mulheres de diferentes contextos econ\u00f4micos,\n\u00e9tnicos, pol\u00edticos e sociais. Tamb\u00e9m convivemos com empres\u00e1rias e v\u00edtimas de\nconflitos armados, bem como com l\u00edderes de projetos sociais e camponesas. Compartilhamos\nmuitas preocupa\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m trocamos muitos abra\u00e7os. Foi um evento\nem que criamos la\u00e7os afetuosos e assumimos compromissos de a\u00e7\u00e3o conjunta e imediata. <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"\\&quot;wp-block-gallery wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\" aligncenter columns-1 is-cropped\\\"><li class=\"\\\"blocks-gallery-item\\\"\"><figure><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A moda foi um dos temas que chamou a aten\u00e7\u00e3o. Em poucas oportunidades paramos para pensar na moda como inst\u00e2ncia social e meio para construir tecidos sociais, identidade e inclus\u00e3o. Vimos exemplos de como h\u00e1 comunidades que aprenderam a curar suas feridas, enfrentar seus desafios, dar visibilidade \u00e0s suas condi\u00e7\u00f5es e, ao mesmo tempo, gerar recursos econ\u00f4micos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Falamos muito sobre economias locais em que as mulheres, como cuidadoras, chefes de fam\u00edlia, trabalhadoras ou camponesas, garantem o funcionamento de suas comunidades e se erguem ap\u00f3s um conflito. Conhecemos em primeira m\u00e3o como a Funda\u00e7\u00e3o \u201cShe Is\u201d tem dignificado e resignificado os teares e os of\u00edcios. De como os turbantes e o que produzem trazem al\u00edvio f\u00edsico e espiritual, al\u00e9m de promoverem a mudan\u00e7a social. <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"\\&quot;wp-block-gallery wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\" columns-0 is-cropped\\\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por nossa parte, compartilhamos como, a partir da The Trust\nfor the Americas, trabalhamos pela inclus\u00e3o econ\u00f4mica de mulheres e jovens\nem situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade por meio de capacita\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o da\nviol\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"\\&quot;wp-block-gallery wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\" columns-1 is-cropped\\\"><li class=\"\\\"blocks-gallery-item\\\"\"><figure><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aprendemos como a \u201cModa y Rosas\u201d de Medell\u00edn inclui, emprega e d\u00e1 visibilidade a mulheres com defici\u00eancia. Percebemos como h\u00e1 muitas iniciativas com as mesmas inten\u00e7\u00f5es do Projeto VIVE: venha, inspire-se e venda. Abriram-se muitas oportunidades para compartilharmos e aprendermos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cResignificar\u201d foi uma constante neste evento, sobretudo explicado em palavras e conceitos. Exemplo disso \u00e9 o termo \u201ccampesina\u201d e como devemos trabalhar para que deixe de ser sin\u00f4nimo de pobreza. Gostar\u00edamos, antes, que o termo \u201ccampesina\u201d seja reconhecido como o que significa: mulheres que garantem a seguran\u00e7a alimentar. Outro termo que foi valorizado \u00e9 o de \u201cmulheres afrodescendentes\u201d. Concordamos que n\u00e3o \u00e9 correto reconhec\u00ea-lo como aquelas mulheres que passam por situa\u00e7\u00f5es de desigualdade econ\u00f4mica. Que j\u00e1 sejam providenciadas as mesmas condi\u00e7\u00f5es de acesso e garantia de direitos para todas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No WEF fomos nos colocar no lugar da outra, planejar a partir dos cen\u00e1rios reais com as protagonistas, considerando a terra e os entornos etnogr\u00e1ficos, tudo isso para come\u00e7ar a transformar nossas realidades. O mais desafiador ser\u00e1 envolver todas nesses processos porque a participa\u00e7\u00e3o e a corresponsabilidade n\u00e3o s\u00e3o uma prioridade quando se foi v\u00edtima e se \u00e9 pobre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Precisamos quebrar o teto de vidro. Interessante que no WEF ouvimos mulheres que negam sua exist\u00eancia e que insistem que a igualdade de oportunidades tem que ser garantida a partir da mera inten\u00e7\u00e3o de alcan\u00e7\u00e1-la. Ser\u00e1 preciso trabalhar muito para dar visibilidade a como a vontade n\u00e3o \u00e9 suficiente se as mulheres n\u00e3o tivermos igual acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 sa\u00fade, a uma vida livre de viol\u00eancia e \u00e0 participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Indispens\u00e1vel exigir pol\u00edticas p\u00fablicas e que os or\u00e7amentos considerem a interseccionalidade. Se uma menina se educa hoje, uma mulher daqui a 25 anos n\u00e3o conhecer\u00e1 o teto de vidro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tambi\u00e9n se insisti\u00f3 en eliminar los pisos pegajosos. Es decir esos espacios donde se insiste que son exclusivos de mujeres y que no les permite ocupar puestos u ocupaciones de toma de decisi\u00f3n. Esos donde tambi\u00e9n se atribuye que las mujeres son mejores haci\u00e9ndolo. En este sentido se hizo urgente acercar la tecnolog\u00eda y las carreras a las ni\u00f1as y mujeres j\u00f3venes. No necesariamente para que se conviertan en ingenieras, si no para que piensen en la tecnolog\u00eda como una herramienta \u00fatil en su d\u00eda a d\u00eda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nadia S\u00e1nchez, organizadora do WEF e diretora da Funda\u00e7\u00e3o She Is, fez um esfor\u00e7o tit\u00e2nico institucional e pessoal para nos reunir. Seus sonhos se transformaram em centenas de oportunidades reais para n\u00f3s e para as mulheres com quem e pelas quais trabalhamos. <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"\\&quot;wp-block-gallery wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\" columns-1 is-cropped\\\"><li class=\"\\\"blocks-gallery-item\\\"\"><figure><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Projeto VIVE \u00e9 implementado\npela The Trust for the Americas, gra\u00e7as ao apoio da Funda\u00e7\u00e3o Walmart,\ne atualmente conta com unidades em 14 estados da Rep\u00fablica Mexicana, com novos\nlocais sendo abertos a cada dia. Entre 2016 e 2018, capacitou mais de 51 mil pessoas em todo o pa\u00eds. Do\ntotal de pessoas capacitadas, mais de 38 mil s\u00e3o mulheres (40% das quais s\u00e3o\nchefes de fam\u00edlia). Al\u00e9m disso, cerca de 7 mil pessoas foram encaminhadas a\noportunidades econ\u00f4micas (86% mulheres, 60% foram encaminhadas a um emprego de\ntempo integral e 21% se tornaram aut\u00f4nomas ou iniciaram projetos de\nempreendedorismo).<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos dias, tive a oportunidade de participar do Women Economic Forum (WEF) em Cartagena, na Col\u00f4mbia. Milhares de mulheres e aliados nos reunimos para compartilhar projetos e melhores pr\u00e1ticas sobre como podemos ampliar o acesso a oportunidades econ\u00f4micas e promover uma maior inclus\u00e3o social para mais mulheres e meninas. No encontro, n\u00f3s, representantes do Trust for the Americas, participamos ao lado de mulheres de diferentes contextos econ\u00f4micos, \u00e9tnicos, pol\u00edticos e sociais. Tamb\u00e9m convivemos com empres\u00e1rias e v\u00edtimas de conflitos armados, bem como com l\u00edderes de projetos sociais e camponesas. Compartilhamos muitas preocupa\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m trocamos muitos abra\u00e7os. Foi um evento em que criamos la\u00e7os afetuosos e assumimos compromissos de a\u00e7\u00e3o conjunta e imediata. A moda foi um dos temas que chamou a aten\u00e7\u00e3o. Raramente paramos para pensar na moda como inst\u00e2ncia social e meio para construir tecidos sociais, identidade e inclus\u00e3o. Vimos exemplos de como h\u00e1 comunidades que aprenderam a curar suas feridas, enfrentar seus desafios, dar visibilidade \u00e0s suas condi\u00e7\u00f5es e, ao mesmo tempo, gerar recursos econ\u00f4micos. Falamos muito sobre economias locais nas quais as mulheres \u2014 como cuidadoras, chefes de fam\u00edlia, trabalhadoras ou camponesas \u2014 garantem o funcionamento de suas comunidades e se reerguem ap\u00f3s um conflito. Conhecemos em primeira m\u00e3o como a Funda\u00e7\u00e3o \u201cShe Is\u201d dignificou e ressignificou os teares e os of\u00edcios. Como os turbantes e o que elas produzem trazem al\u00edvio f\u00edsico e espiritual, al\u00e9m de promoverem a mudan\u00e7a social. Por nossa parte, compartilhamos como, a partir da The Trust for the Americas, trabalhamos pela inclus\u00e3o econ\u00f4mica de mulheres e jovens em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade por meio de capacita\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia. Aprendemos como a \u201cModa y Rosas\u201d, de Medell\u00edn, inclui, emprega e d\u00e1 visibilidade a mulheres com defici\u00eancia. Percebemos que h\u00e1 muitas iniciativas com as mesmas inten\u00e7\u00f5es do Projeto VIVE: venha, inspire-se e venda. Muitas oportunidades se abriram para compartilharmos e aprendermos. \u201cReinterpretar\u201d foi uma constante neste evento, sobretudo explicada por meio de palavras e conceitos. Um exemplo disso \u00e9 o termo \u201ccamponesa\u201d e como devemos trabalhar para que ele deixe de ser sin\u00f4nimo de pobreza. Gostar\u00edamos, ao contr\u00e1rio, que o termo \u201ccamponesa\u201d fosse reconhecido pelo seu verdadeiro significado: mulheres que garantem a seguran\u00e7a alimentar. Outro termo que ganhou destaque \u00e9 o de \u201cmulheres afrodescendentes\u201d. Concordamos que n\u00e3o \u00e9 correto defini-las apenas como aquelas mulheres que passam por situa\u00e7\u00f5es de desigualdade econ\u00f4mica. Que sejam garantidas, de uma vez por todas, as mesmas condi\u00e7\u00f5es de acesso e garantia de direitos para todas. Fomos ao F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial (WEF) para nos colocarmos no lugar da outra, planejar a partir de cen\u00e1rios reais com as protagonistas, levando em conta a terra e os contextos etnogr\u00e1ficos, tudo isso para come\u00e7armos a transformar nossas realidades. O maior desafio ser\u00e1 envolver todas nesses processos, pois a participa\u00e7\u00e3o e a corresponsabilidade n\u00e3o s\u00e3o prioridades quando se \u00e9 v\u00edtima e se vive na pobreza. Precisamos quebrar o teto de vidro. \u00c9 interessante que, no WEF, ouvimos mulheres que negam sua exist\u00eancia e insistem que a igualdade de oportunidades deve ser garantida a partir da mera inten\u00e7\u00e3o de alcan\u00e7\u00e1-la. Ser\u00e1 preciso trabalhar muito para tornar vis\u00edvel que a vontade n\u00e3o \u00e9 suficiente se n\u00f3s, mulheres, n\u00e3o tivermos acesso igualit\u00e1rio \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 sa\u00fade, a uma vida livre de viol\u00eancia e \u00e0 participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. \u00c9 indispens\u00e1vel exigir pol\u00edticas p\u00fablicas e que os or\u00e7amentos levem em conta a interseccionalidade. Se uma menina receber educa\u00e7\u00e3o hoje, daqui a 25 anos ela, j\u00e1 mulher, n\u00e3o conhecer\u00e1 o teto de vidro. Tamb\u00e9m se insistiu em eliminar os \u201cpisos pegajosos\u201d. Ou seja, aqueles espa\u00e7os que se insiste serem exclusivos para mulheres e que n\u00e3o lhes permitem ocupar cargos ou fun\u00e7\u00f5es de tomada de decis\u00e3o. Aqueles em que tamb\u00e9m se atribui \u00e0s mulheres a ideia de que s\u00e3o melhores nessas \u00e1reas. Nesse sentido, tornou-se urgente aproximar a tecnologia e os cursos superiores das meninas e das jovens. N\u00e3o necessariamente para que se tornem engenheiras, mas para que pensem na tecnologia como uma ferramenta \u00fatil em seu dia a dia. Nadia S\u00e1nchez, organizadora do WEF e diretora da Funda\u00e7\u00e3o She Is, fez um esfor\u00e7o tit\u00e2nico, tanto institucional quanto pessoal, para nos reunir. Seus sonhos se transformaram em centenas de oportunidades reais para n\u00f3s e para as mulheres com quem e pelas quais trabalhamos. O Projeto VIVE \u00e9 implementado pela The Trust for the Americas gra\u00e7as ao apoio da Funda\u00e7\u00e3o Walmart e, atualmente, possui unidades em 14 estados da Rep\u00fablica Mexicana, com esse n\u00famero aumentando a cada dia. Entre 2016 e 2018, capacitou mais de 51 mil pessoas em todo o pa\u00eds. Do total de pessoas capacitadas, mais de 38 mil s\u00e3o mulheres (40% das quais s\u00e3o chefes de fam\u00edlia). Al\u00e9m disso, cerca de 7 mil pessoas foram encaminhadas a oportunidades econ\u00f4micas (86% mulheres, das quais 60% foram encaminhadas a um emprego em tempo integral e 21% se tornaram aut\u00f4nomas ou iniciaram projetos de empreendedorismo).<\/p>","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-609","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/609","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=609"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/609\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=609"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=609"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=609"}],"curies":[{"name":"WP","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}