{"id":263,"date":"2019-03-29T13:10:52","date_gmt":"2019-03-29T17:10:52","guid":{"rendered":"http:\/\/40.117.174.162\/the-trust-for-the-americas-llego-a-comunidades-indigenas-en-jalisco-a-traves-del-proyecto-vive\/"},"modified":"2019-03-29T13:10:52","modified_gmt":"2019-03-29T17:10:52","slug":"the-trust-for-the-americas-llego-a-comunidades-indigenas-en-jalisco-a-traves-del-proyecto-vive","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/the-trust-for-the-americas-llego-a-comunidades-indigenas-en-jalisco-a-traves-del-proyecto-vive\/","title":{"rendered":"O programa Trust para as Am\u00e9ricas chegou \u00e0s comunidades ind\u00edgenas de Jalisco por meio do Projeto VIVE"},"content":{"rendered":"<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>75 mulheres ind\u00edgenas do povo Wirr\u00e1rica de Mezquitic se capacitaram em vendas e atendimento ao cliente.<\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\"><strong>Jalisco, M\u00e9xico, 22 de mar\u00e7o.-<\/strong> A Trust para as Am\u00e9ricas implementou, em 2016, o Projeto VIVE: venha, inspire-se e venda, com o objetivo de oferecer ferramentas a mulheres em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Ap\u00f3s quase tr\u00eas anos de trabalho, conseguimos impactar mulheres que se encontram em centros de reabilita\u00e7\u00e3o para depend\u00eancia qu\u00edmica, mulheres privadas de liberdade, mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica e algumas comunidades de mulheres ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"\\\"wp-block-image\\\"\"><figure class=\"\\\"aligncenter\" is-resized\\\"><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">Nesta ocasi\u00e3o, gra\u00e7as \u00e0 alian\u00e7a com a Desarrollo Rural Sustentable LU\u2019UM A.C., o Projeto VIVE chegou a La Cebolleta e La Laguna, duas comunidades ind\u00edgenas Wirr\u00e1ricas que se localizam no Munic\u00edpio de Mezquitic, no estado de Jalisco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">Durante uma semana, \u201cconheci mulheres que n\u00e3o t\u00eam o b\u00e1sico para viver, mas se esfor\u00e7am todos os dias para consegui-lo\u201d, dito assim por Laura Hern\u00e1ndez, articuladora do Projeto VIVE e que viajou por mais de 7 horas para chegar ao seu primeiro destino: La Cebolleta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A Cebolleta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"\\\"wp-block-image\\\"\"><figure class=\"\\\"aligncenter\" is-resized\\\"><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">\u201cDepois de chegar a Mezquitic, viajei mais tr\u00eas horas at\u00e9 La Cebolleta, percorremos estradas entre a Serra. Quando chegamos, me impactou ver que as casas t\u00eam longas dist\u00e2ncias entre si. A maioria s\u00e3o casas de adobe, pequenas e austeras, embora algumas delas j\u00e1 contem com sistema de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva. Isso tem beneficiado a comunidade porque a nascente fica a uma hora de dist\u00e2ncia a p\u00e9\u201d, mencionou Laura Hern\u00e1ndez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">La Cebolleta \u00e9 considerada uma localidade de alta marginaliza\u00e7\u00e3o no M\u00e9xico, tem cerca de 180 habitantes, Laura comentou que \u201calgumas casas j\u00e1 contam com energia el\u00e9trica, usam lenha para cozinhar, os pisos s\u00e3o de terra e os banheiros s\u00e3o latrinas com uma cortina. \u00c9 uma comunidade onde os climas s\u00e3o extremos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">Suas principais atividades econ\u00f4micas s\u00e3o baseadas na agricultura e na venda de artesanato; este \u00faltimo tem aberto portas importantes para o trabalho remunerado das mulheres, embora n\u00e3o com a independ\u00eancia econ\u00f4mica esperada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">\u201c\u00c9 uma comunidade com tradi\u00e7\u00f5es arraigadas, algumas muito bonitas como o amor \u00e0 terra e aos seres vivos, outras nem tanto como os casamentos arranjados. Lembro de uma menina de 15 anos que nos contou que sua av\u00f3 j\u00e1 a havia dado em casamento, mas ela n\u00e3o queria se casar. Laura Hern\u00e1ndez, articuladora do Projeto. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">As mulheres da comunidade ainda n\u00e3o falam espanhol, algumas delas o entendem. No entanto, isso n\u00e3o foi barreira para que 45 mulheres Wirr\u00e1ricas (conhecidas como huicholes, \u201cuma ofensa\u201d expresso por elas) pudessem se capacitar em temas de vendas, atendimento ao cliente e marketing.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">\u201cApenas as meninas e os meninos falam espanhol, as mulheres adultas n\u00e3o o falam, mas gra\u00e7as \u00e0 LU\u2019UM tive o apoio de uma tradutora que nos ajudou a tornar o curso mais compreens\u00edvel. Foi uma experi\u00eancia \u00fanica, porque no dia em que cheguei j\u00e1 me esperavam, estavam emocionadas e com vontade de aprender o que eu lhes ensinaria\u201d, disse a articuladora do Projeto VIVE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">Laura explicou que, gra\u00e7as ao trabalho da LU\u2019UM, as mulheres do povo Wirr\u00e1rica t\u00eam maior autonomia, mas ainda \u201cs\u00e3o muito s\u00e9rias. Me contaram que h\u00e1 9 anos (aproximadamente), se algu\u00e9m quisesse falar com uma mulher, era necess\u00e1rio que houvesse um homem da comunidade ou seu marido, e eles respondiam por elas. Desta vez, foram elas que responderam a tudo e isso me deu muita alegria\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">Depois de tr\u00eas dias em La Cebolleta, Laura viajou por 45 minutos at\u00e9 a comunidade La Laguna.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>La Laguna<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"\\\"wp-block-image\\\"\"><figure class=\"\\\"aligncenter\" is-resized\\\"><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">\u201cO acesso a La Laguna \u00e9 mais complicado, tudo \u00e9 estrada de terra e precip\u00edcios, que parecem impressionantes. O nome n\u00e3o faz uma refer\u00eancia real ao lugar, porque nesta comunidade tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 \u00e1gua, a lagoa n\u00e3o existe. Visitei esta comunidade porque havia cerca de 30 mulheres que queriam se capacitar, mas n\u00e3o havia condi\u00e7\u00f5es para que fossem a La Cebolleta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">La Laguna tamb\u00e9m \u00e9 considerada uma localidade de alta marginalidade no munic\u00edpio de Mezquitic, Jalisco, onde a venda de artesanato desempenha um papel importante na economia local. Por isso, os temas ministrados foram vendas, atendimento ao cliente e marketing.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">\u201cA maioria das pessoas \u00e9 um pouco grosseira para realizar suas vendas, n\u00e3o sabem como tratar as pessoas, n\u00e3o percebem que jogam as coisas ou que as maneiras n\u00e3o s\u00e3o as corretas, por isso tomamos a decis\u00e3o de realizar esta capacita\u00e7\u00e3o\u201d, explicou Laura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cNosotras pens\u00e1bamos que atend\u00edamos bien\u201d, egresada del Proyecto VIVE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"\\\"wp-block-image\\\"\"><figure class=\"\\\"aligncenter\" is-resized\\\"><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">Amalia Rodr\u00edguez, origin\u00e1ria de La Cebolleta, dedica-se a fazer artesanatos bordados como brincos, pulseiras e colares. Ela nos comentou que j\u00e1 tinham vendido antes: \u201cn\u00f3s ach\u00e1vamos que atend\u00edamos bem as pessoas que compravam de n\u00f3s, mas no curso que a Laura nos deu senti que nos faltavam muitas coisas. Gostei da capacita\u00e7\u00e3o, agora me sinto mais segura. Se que consigo vender sim\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">As mulheres de La Cebolleta e La Laguna fazem viagens ao centro de Mezquitic para vender seus produtos e contam com um centro comunit\u00e1rio onde tamb\u00e9m os exibem para as pessoas que passam pelo local. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">A Desarrollo Rural Sustentable LU\u2019UM A.C. conseguiu que mulheres dessas comunidades viajassem para outros estados para vender e promover seus produtos. \u201cElas j\u00e1 conhecem os processos para precificar seus produtos, mas faltavam-lhes t\u00e9cnicas de vendas e atendimento. Hoje, essas 75 mulheres contam com esses conhecimentos gra\u00e7as \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o do Projeto VIVE.\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Volte logo, ainda faltam mais mulheres!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"\\\"wp-block-image\\\"\"><figure class=\"\\\"aligncenter\" is-resized\\\"><img src=\"\\\"https:><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\" style=\"\\\"text-align:justify;\\\"\">\u201cAo final dos treinamentos, uma das alunas me disse:\n\u201dVolte logo, ainda faltam mais mulheres!\u2019 Foi uma experi\u00eancia que vou guardar no meu\ncora\u00e7\u00e3o, porque percebi que a The Trust for the Americas, por meio de\nprojetos como o VIVE, est\u00e1 compensando um pouco do que falta a\nalgumas pessoas\u201d, comentou Laura Hern\u00e1ndez. <\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>75 mujeres ind\u00edgenas del pueblo Wirr\u00e1rica de Mezquitic se capacitaron en ventas y atenci\u00f3n al cliente. Jalisco, M\u00e9xico 22 de marzo.- The Trust for the Americas implement\u00f3 en 2016 el Proyecto VIVE: ven, insp\u00edrate y vende, con el objetivo de brindar herramientas a mujeres en alguna condici\u00f3n de vulnerabilidad, despu\u00e9s de casi tres a\u00f1os de trabajo, hemos logrado impactar a mujeres que se encuentran en centros de rehabilitaci\u00f3n por adicciones, mujeres privadas de su libertad, mujeres v\u00edctimas de violencia familiar y algunas comunidades de mujeres ind\u00edgenas. En esta ocasi\u00f3n, gracias a la alianza con Desarrollo Rural Sustentable LU\u2019UM A.C. el Proyecto VIVE lleg\u00f3 a La Cebolleta y La Laguna, dos comunidades ind\u00edgenas Wirr\u00e1ricas que se ubican en el Municipio de Mezquitic, en el estado de Jalisco. Durante una semana, \u201cconoc\u00ed a mujeres que no tienen lo b\u00e1sico para vivir, pero se esfuerzan cada d\u00eda para conseguirlo\u201d, dicho as\u00ed por Laura Hern\u00e1ndez, vinculadora del Proyecto VIVE y quien viaj\u00f3 por m\u00e1s de 7 horas para llegar a su primer destino: La Cebolleta. La Cebolleta \u201cLuego de llegar a Mezquitic, viaj\u00e9 tres horas m\u00e1s hacia La Cebolleta, recorrimos carreteras entre la Sierra. Cuando llegamos, me impact\u00f3 ver que las casas tienen distancias largas entre s\u00ed. La mayor\u00eda son casas de adobe, peque\u00f1as y austeras, aunque algunas de ellas ya cuentan con sistema de captaci\u00f3n de agua de lluvia. Eso ha beneficiado a la comunidad porque el ojo de agua se encuentra a una hora de distancia caminando\u201d, mencion\u00f3 Laura Hern\u00e1ndez. La Cebolleta es considerada una localidad de mayor marginaci\u00f3n en M\u00e9xico, tiene cerca de 180 habitantes, Laura coment\u00f3 que \u201calgunas casas ya cuentan con corriente el\u00e9ctrica, usan la le\u00f1a para cocinar, los pisos son de tierra y los ba\u00f1os son letrinas con una cortina. Es una comunidad en donde los climas son extremos\u201d. Sus principales actividades econ\u00f3micas est\u00e1n basadas en la agricultura y la venta de artesan\u00edas, este \u00faltimo, ha abierto puertas importantes al trabajo remunerado de las mujeres, aunque no con la independencia econ\u00f3mica esperada. \u201cEs una comunidad con tradiciones arraigadas, algunas muy lindas como el amor a la tierra y los seres vivos, otras no tanto como los matrimonios arreglados. Recuerdo a una chica de 15 a\u00f1os que nos coment\u00f3 que su abuela ya la hab\u00eda dado en matrimonio, pero ella no se quer\u00eda casar.\u201d Laura Hern\u00e1ndez, vinculadora del Proyecto. Las mujeres de la comunidad a\u00fan no hablan espa\u00f1ol, algunas de ellas lo entienden. Sin embargo, esto no fue barrera para que 45 mujeres Wirr\u00e1ricas (conocidas como huicholes, \u201cuna ofensa\u201d expresado por ellas), pudieran capacitarse en temas de ventas, atenci\u00f3n al cliente y mercadeo. \u201cSolo las ni\u00f1as y ni\u00f1os hablan espa\u00f1ol, las mujeres adultas no lo hablan, pero gracias a LU\u2019UM tuve el apoyo de una traductora que nos ayud\u00f3 a hacer m\u00e1s comprensible el curso. Fue una experiencia \u00fanica, porque el d\u00eda que llegu\u00e9 ya me esperaban, estaban emocionadas y con ganas de aprender lo que yo les ense\u00f1ar\u00eda\u201d dijo la vinculadora del Proyecto VIVE. Laura explic\u00f3 que gracias al trabajo de LU\u2019UM las mujeres del pueblo Wirr\u00e1rica tienen mayor autonom\u00eda, pero a\u00fan \u201cson muy serias. Me contaron que hace 9 a\u00f1os (aproximadamente), si alguien quer\u00eda hablar con una mujer era necesario que estuviera un hombre de la comunidad o su marido, y ellos contestaban por ellas. Esta vez, fueron ellas las que respondieron a todo y eso me dio mucha alegr\u00eda\u201d. Luego de tres d\u00edas en La Cebolleta, Laura viaj\u00f3 por 45 minutos a la comunidad La Laguna. La Laguna \u201cEl acceso a La Laguna es m\u00e1s complicado, todo es terracer\u00eda y voladeros, se ven impactantes. El nombre no hace referencia real al lugar, porque en esta comunidad tampoco hay agua, no existe la laguna. Visit\u00e9 esta comunidad porque hab\u00eda cerca de 30 mujeres que se quer\u00edan capacitar, pero no hab\u00eda condiciones para que fueran a La Cebolleta\u201d. La Laguna tambi\u00e9n es considerada una localidad de alta marginaci\u00f3n en el municipio de Mezquitic, Jalisco, donde la venta de artesan\u00edas juega un papel importante en la econom\u00eda local. Por ello, los temas impartidos fueron ventas, atenci\u00f3n al cliente y mercadeo. \u201cLa mayor\u00eda de la gente es un poco tosca para realizar sus ventas, no saben c\u00f3mo tratar a las personas, no &nbsp;se dan cuenta que avientan las cosas o que los modos no son los correctos, por eso tomamos la decisi\u00f3n de llevar esta capacitaci\u00f3n\u201d explic\u00f3 Laura. \u201cNosotras pens\u00e1bamos que atend\u00edamos bien\u201d, egresada del Proyecto VIVE Amalia Rodr\u00edguez, originar\u00eda de La Cebolleta, se dedica a realizar artesan\u00edas bordadas como aretes, pulseras y collares. Ella nos coment\u00f3 que ya hab\u00edan vendido antes, \u201cnosotras pens\u00e1bamos que atend\u00edamos bien a las personas que nos compraban, pero en el curso que nos dio Laura sent\u00ed que &nbsp;nos faltaban muchas cosas. Me gust\u00f3 la capacitaci\u00f3n, ahora me siento m\u00e1s segura. S\u00e9 que s\u00ed puedo vender\u201d. Las mujeres de La Cebolleta y La Laguna realizan viajes al centro de Mezquitic a vender sus productos y cuentan con un centro comunitario donde tambi\u00e9n las exhiben a personas que pasan por el lugar. Desarrollo Rural Sustentable LU\u2019UM A.C, ha logrado que mujeres de estas comunidades salgan a otros estados a vender y promover sus productos. \u201cYa saben los procesos para poner precio a sus productos, pero les faltaban t\u00e9cnicas de ventas y servicio. Hoy, estas 75 mujeres cuentan con esos conocimientos gracias a la capacitaci\u00f3n del Proyecto VIVE\u201d. \u00a1Regresa pronto, a\u00fan faltan m\u00e1s mujeres! \u201cAl t\u00e9rmino de las capacitaciones, una de las alumnas me dijo \u00a1regresa pronto, a\u00fan faltan m\u00e1s mujeres! Fue una experiencia que tendr\u00e9 en mi coraz\u00f3n, porque me di cuenta que The Trust for the Americas a trav\u00e9s de proyectos como VIVE est\u00e1n compensando un poco de lo mucho que les falta a algunas personas\u201d, mencion\u00f3 Laura Hern\u00e1ndez.<\/p>","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-263","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=263"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/trust-oea.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=263"}],"curies":[{"name":"WP","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}